RECONSTRUÇÃO DE MAMA COM RETALHO TRAM - SÉRIE DE CASOS

Autores

  • Victor Antonio Brocco
  • Antonio Carlos Pinto de Oliveira
  • Alice Fischer Morello
  • Daniele Walter Duarte
  • Milena de Mello Fávero
  • Marcus Vinícius Martins Collares

DOI:

https://doi.org/10.63845/46ddpt09

Palavras-chave:

Câncer de mama, Mamoplastia, Retalho miocutâneo

Resumo

A incidência de câncer de mama tem aumentado. A evolução dos tratamentos elevou as taxas de sobrevida, destacando a reconstrução mamária como essencial. Dados indicam que apenas 10% das mulheres submetidas à mastectomia no Brasil foram reconstruídas. A reconstrução pode ser imediata ou tardia: a imediata oferece melhores resultados estéticos, mas pode aumentar o risco de complicações, como necrose e piora da qualidade da pele em casos de radioterapia. A reconstrução tardia permite um planejamento mais seguro.  O retalho TRAM pode causar enfraquecimento da parede abdominal e risco de hérnias, porém nesta série de casos foi uma opção viável onde a microcirurgia não está disponível. As pacientes apresentaram boa estética e harmonia corporal e sem complicações. Em um hospital-escola com foco no SUS, a ampliação do uso de retalhos autólogos pode aumentar o número de reconstruções mamárias e reduzir o impacto psicossocial, oferecendo melhores resultados em menos procedimentos.

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Referências

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Publicado

14/05/2025

Como Citar

1.
Antonio Brocco V, Carlos Pinto de Oliveira A, Fischer Morello A, Walter Duarte D, de Mello Fávero M, Vinícius Martins Collares M. RECONSTRUÇÃO DE MAMA COM RETALHO TRAM - SÉRIE DE CASOS. Rev. Arq Catarin Med [Internet]. 14 de maio de 2025 [citado 21 de setembro de 2026];54(1):72-7. Disponível em: https://revista.acm.org.br/arquivos/article/view/1664

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