MORTALIDADE POR CÂNCER DE PRÓSTATA NO ESTADO DE SANTA CATARINA NO PERÍODO DE 2007 A 2017
DOI:
https://doi.org/10.63845/215fgk25Keywords:
câncer de próstata, estudo ecológico, Estudos de Séries Temporais, mortalidadeAbstract
Introdução: O câncer de próstata é, mundialmente, o sexto tipo de neoplasia mais comum e o segundo mais prevalente entre os homens. Comparada a outras neoplasias, a de próstata é a que predomina em idosos do sexo masculino. Objetivo: analisar a tendência temporal de mortalidade por câncer de próstata no estado de Santa Catarina no período de 2007 a 2017. Métodos: Estudo ecológico com dados secundários onde o numerador foram os óbitos registrados no Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) e o denominador a população censitária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Resultados: No intervalo estudado o pico da taxa de mortalidade ocorreu em homens com 80 anos ou mais. Em relação ao estado civil, o maior número de óbitos foi descrito em homens casados (60,59%). Homens com baixa escolaridade também registraram maior incidência, com maior mortalidade no grupo entre 1 a 3 anos de estudo. Dentre as macrorregiões catarinenses, as maiores taxas médias de óbito no período estudado foram verificadas nas regiões do Meio Oeste e Serra Catarinense (41,07/100.000hab) e Grande Oeste (39,90). As regiões Sul, Planalto Norte, Nordeste e Grande Oeste apresentaram tendência temporal de redução da mortalidade no período. Discussão: A análise da evolução da mortalidade por neoplasia maligna de próstata no estado de Santa Catarina indicou tendências e diferenciais de mortalidade relevantes entre as regiões catarinenses. Tal fato sugere a necessidade de se priorizar ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de próstata, para que as desigualdades regionais observadas possam ser reduzidas.
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