ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA SOBRE MORTALIDADE POR DOENÇAS RESPIRATÓRIAS AGUDAS NA POPULAÇÃO PEDIÁTRICA BRASILEIRA DE 2009 A 2021
DOI:
https://doi.org/10.63845/pfpgsa06Palabras clave:
Fatores de tempo, Mortalidade, Vírus da Influenza A subtipo H1N1, COVID-19, Infecções respiratórias, PediatriaResumen
Objetivo: Analisar série histórica e variáveis clínico-epidemiológicas sobre mortalidade por doenças respiratórias agudas em brasileiros menores de 15 anos de idade de 2009 a 2021. Métodos: Estudo ecológico utilizando dados das Declarações de Óbito disponíveis no Sistema de Informação sobre Mortalidade com data do óbito entre 01 de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2021. Para análise das variáveis categorizou-se em anos pandêmicos (2009, 2020 e 2021) e período não pandêmico (2010 a 2019); e para variáveis demográficas, utilizou-se Binominal Negativa para cálculo do risco de mortalidade. Resultados: Maiores taxas em menores de cinco anos de idade e lactentes pós-neonatais com maiores percentuais. O hospital foi o local em mais de 80% das DO, seguido por domicílio (cerca de 7%). O número de DO em 2009 foi 84,96% e 67,39% maior que nos anos 2020 e 2021, respectivamente. Picos das taxas de mortalidade por doenças respiratórias agudas nos meses de maio e junho de cada ano com tendência a certo declínio. Para indígenas, o risco em menores de um ano de idade variou de 124% (IC95% 1,90-2,64) a 239% (IC95% 2,54-4,53); entre um e 14 anos de idade, 56% (IC95% 1,33-1,83) a 292% (IC95% 2,26-3,78). Conclusão: Pré-escolares e indígenas apresentaram maior risco de morrer por doenças respiratórias agudas, portanto é imperativo direcionamento de políticas públicas para sua proteção no atendimento precoce e tratamento efetivo desta população.
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