ANÁLISE DO NÚMERO DE LEITOS DE UTI NAS MACRORREGIÕES DO ESTADO DE SANTA CATARINA NO PERÍODO DE 2018 A 2023

Autores

DOI:

https://doi.org/10.63845/mt80j782

Palavras-chave:

Unidades de Terapia Intensiva, COVID-19, Distribuição de Recursos em Saúde, Financiamento da Assistência à Saúde

Resumo

INTRODUÇÃO: A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é um ambiente de alta complexidade, operando 24 horas por dia para suporte vital. Durante a pandemia de COVID-19, a demanda por leitos de UTI revelou desigualdades na oferta e a necessidade de expansão desses serviços. OBJETIVOS: Analisar o número de leitos de UTI nas macrorregiões do estado de Santa Catarina no período de 2018 a 2023. MÉTODOS: O estudo foi observacional de delineamento ecológico, utilizando dados da plataforma DataSUS, das macrorregiões de Santa Catarina no período de 2018 a 2023. RESULTADO: O estado de Santa Catarina manteve uma taxa de leitos de UTI acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A região Foz do Rio Itajaí foi a única que apresentou uma redução na taxa de leitos no período pós-pandemia. No total, 63,5% dos leitos adultos e 65,7% dos pediátricos foram financiados pelo SUS. A Grande Florianópolis teve a maior média de leitos adultos, com 54,1% financiados pela iniciativa privada. O estado apresentou uma proporção de 89,2% de leitos adultos e 10,8% pediátricos. CONCLUSÃO: A pandemia de COVID-19 foi uma situação de calamidade que impulsionou a expansão de leitos de UTI, entretanto o estado de Santa Catarina registrou taxas superiores a mínima recomendada pela OMS. Além disso, foi identificado a má distribuição desses leitos entre as macrorregiões, em que nas mais desenvolvidas a população tem maior dependência de leitos privados.

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01/06/2026

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1.
Gatelli EM, Alves Hobold M, de Souza Koch K. ANÁLISE DO NÚMERO DE LEITOS DE UTI NAS MACRORREGIÕES DO ESTADO DE SANTA CATARINA NO PERÍODO DE 2018 A 2023. Rev. Arq Catarin Med [Internet]. 1º de junho de 2026 [citado 21 de setembro de 2026];55(2):190-204. Disponível em: https://revista.acm.org.br/arquivos/article/view/1898

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