FREQUÊNCIA DE VIA AÉREA DIFÍCIL EM PACIENTES SUBMETIDOS À ANESTESIA GERAL EM UM HOSPITAL DO SUL DE SANTA CATARINA

Authors

  • Lucas Kamoi Kai Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina.
  • Jean Abreu Machado Médico Anestesiologista; Mestrado em Ciências da Saúde- Unisul(SC); Anestesiologista no Hospital Nossa Senhora da Conceição
  • Ernesto Hiroyuki Iida Médico Residente em Anestesiologia do Hospital Nossa Senhora da Conceição
  • Raul Vianna De Oliveira Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina
  • Julia Souza Vescovi Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.63845/wcacx227

Keywords:

Anestesiologia. Intubação Orotraqueal. Avaliação Pré Anestésica

Abstract

Justificativa e Objetivos: Avaliar via aérea difícil nos pacientes submetidos à ventilação e intubação orotraqueal sob anestesia geral para operações eletivas

Método: Estudo observacional com desenho transversal. Foram estudados um total de 163 pacientes, de 18 a 80 anos submetidos à ventilação sob máscara facial e intubação traqueal em operações com uso de anestesia geral. Os dados foram coletados na consulta pré-anestésica através de questionário que continha os parâmetros antropométricos e clínicos para intubação difícil.

Resultados e Conclusões: Foram investigados 163 pacientes. Houve a presença de via aérea difícil em 19% dos pacientes, e a grande maioria não teve complicações. Ainda, houve uma maior frequência de via aérea difícil em pacientes com maior IMC e maior circunferência cervical, sendo ambos estatisticamente significativos. Foi observado também que quanto maior a classe do Mallampati maior a prevalência de encontrar-se uma classe maior que três na classificação de Comarck e Lehane, assim como maior a chance de se ter uma via aérea difícil, sendo significativo. Por fim, a prevalência de via aérea difícil encontrada é baixa, e quando presente geralmente está relacionado com fatores que podem ser prevenidos. As classificações quando utilizadas juntas tem maior chance de prever a via aérea difícil.

 

Palavras-chave: Anestesiologia; Intubação; Avaliação pré?anestésica

860 1082

Published

2020-10-06

Issue

Section

Original Article

How to Cite

1.
Kai LK, Machado JA, Iida EH, De Oliveira RV, Vescovi JS. FREQUÊNCIA DE VIA AÉREA DIFÍCIL EM PACIENTES SUBMETIDOS À ANESTESIA GERAL EM UM HOSPITAL DO SUL DE SANTA CATARINA. Rev. Arq Catarin Med [Internet]. 2020 Oct. 6 [cited 2026 Sep. 21];49(3):101-10. Available from: https://revista.acm.org.br/arquivos/article/view/828

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