TENDÊNCIA TEMPORAL DE INTERNAÇÕES POR ACIDENTES DE TRANSPORTE TERRESTRE (ATT) EM SANTA CATARINA, 2008 A 2016

Autores

  • Nazare Otilia Nazario UNISUL
  • Bruno Alberton UNISUL
  • Eliane Traebert UNISUL

DOI:

https://doi.org/10.63845/hcv8d353

Palavras-chave:

Tendência, hospitalização, acidente de transporte terrestre.

Resumo

Os Acidentes de Transporte Terrestre (ATT) têm significativo impacto na sociedade. Suas consequências implicam em número elevado de internações hospitalares, gastos em saúde pública e perda da produtividade. Analisar a tendência temporal de internações por ATT em Santa Catarina, no período entre 2008 a 2016. Trata-se de um estudo ecológico de séries temporais, com dados de 61.412 mil internações por ATT, em população residente em Santa Catarina, segundo sexo e faixa etária. Foram analisados os registros referentes às internações por ATT segundo ano, sendo esta a variável independente (2008 a 2016) e as variáveis dependentes, a taxa geral, a taxa de internação segundo sexo e faixa etária. Para a análise da tendência temporal pelo método de regressão linear simples foram utilizadas as taxas de internação.A taxa geral de internação por ATT aumentou em 91,01%, passando de 65,99 (2008) para 126,03/100.000 habitantes (2016). O aumento foi mais elevado no sexo masculino (94,25%), com tendência linear crescente, passando de 50,59 (2008) para 98,26/100.000 habitantes (2016). Entre as mulheres o aumento no período foi de 80,44%. A maior incidência de internações ocorreu na faixa etária dos 20 aos 39 anos (89.54%), seguida da faixa entre 40 a 59 anos, com 128.41%. Pode-se concluir que a tendência das internações por ATT no Estado de Santa Catarina foi crescente entre 2008 e 2016, em maiores proporções no sexo masculino e na faixa etária 20-39 anos.

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Publicado

25/03/2019

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Como Citar

1.
Nazario NO, Alberton B, Traebert E. TENDÊNCIA TEMPORAL DE INTERNAÇÕES POR ACIDENTES DE TRANSPORTE TERRESTRE (ATT) EM SANTA CATARINA, 2008 A 2016. Rev. Arq Catarin Med [Internet]. 25 de março de 2019 [citado 21 de setembro de 2026];48(1):144-5. Disponível em: https://revista.acm.org.br/arquivos/article/view/452

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